Frase quase-manifesto
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Janeiro 19, 2008, 11:34 pm
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“Como é possível que o que vale para a minha vida cotidiana valha tão pouco para a história se a história só adquire verdadeira importância na medida em que organiza a cotidianidade?”.
(Jesús Martín-Barbero, referindo-se ao pensamento dos situacionistas).
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Só porque é cotidiana, não singnifica banal. A vida é uma caixinha de surpresas (como diria Joseph Climber rsss), cada dia é único e pode ser o último.
Comment por Juliana Cristo Janeiro 19, 2008 @ 11:56 pmMuito bacana. Abraços!
Cotidiano se torna comum… Se é comum, por que não fazer parte da história? Só ao perceber que a história não é escrita atraves de grandes nomes e batalhas, é que poderemos nos sentir dentro dela. Ao entender que o homem em sociedade pode ser observado como o objeto final da pesquisa história, sua vida “comum” se torna um ponto para perceber a sociedade. Faço parte do todo e o mesmo todo faz parte de mim!
Comment por Rebeca Luiza Janeiro 20, 2008 @ 2:31 pmolha só, tem um texto interessante sobre o cotidiano:
A construcao social da realidade (tratado de sociologia do conhecimento) Peter L. Berger, Thomas Luckmann ; trad. de Floriano de Souza Fernandes. Petropolis: Vozes, 1976.
li quando paguei a cadeira de soc. do conhecimento, tem um capitulo todo sobre isso: “os fundamentos do cotidiano na vida cotidiana”…agora é bem academico, se for “traduzido” para nossa “linguagem cotidiana” fica uma boa sugestao para algum texto futuro.
Comment por Thiago Janeiro 21, 2008 @ 12:50 pmpouca visão… talvez, seja essa a resposta…
Comment por clarice Janeiro 22, 2008 @ 6:04 pmculpa dos situacionistas! rs